Política

Olinda Bonturi Bolsonaro, mãe do presidente Jair Bolsonaro (PL), morreu na madrugada desta sexta-feira (21) aos 94 anos. A informação foi compartilhada pelo presidente em suas redes sociais.

“Com pesar o passamento da minha querida mãe. Que Deus a acolha em sua infinita bondade. Nesse momento me preparo para retornar ao Brasil”, escreveu o presidente.

 Ela morava em Eldorado, no interior de São Paulo, cidade onde Bolsonaro foi criado.

O presidente, que está no Suriname em sua primeira viagem diplomática de 2022, anunciou que se prepara para retornar ao Brasil. Ele chegou ao país nesta quinta-feira (20), onde se encontrou com o presidente Chandrikapersad Santokhi. Nesta sexta (21), Bolsonaro viajaria para à Guiana.

Também nas redes sociais, a ministra Damares Alves prestou homenagem à Olinda. “Orando agora pelo nosso Presidente. Dona Olinda Bolsonaro, a mãe que ele tanto amou e honrou, foi para o céu. Que Deus console toda família. O senhor foi um filho extraordinário Presidente. Força Michelle! Força meninos! Descanse em paz Dona Olinda!”

Policiais militares que faziam uma blitz da Operação Lei Seca em São Miguel do Gostoso, no litoral norte potiguar, se envolveram em uma discussão na madrugada desta quinta-feira (30) com o deputado federal Antonio Nicoletti (PSL-RR), que está no Rio Grande do Norte. Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que o deputado grita com policiais e critica a realização da blitz. Veja abaixo.

Nas imagens, Nicoletti aparece alterado. Ele tem conhecimento de que está sendo gravado e olha para a câmera. No vídeo, ele se identifica como deputado federal e policial rodoviário federal e afirma estar vindo de uma festa quando se deparou com uma blitz. O deputado fala que foi à festa de táxi.

O deputado de Roraima critica a Polícia Militar do Rio Grande do Norte por supostamente não realizar ações educativas sobre as leis de trânsito. Um policial discute com ele e afirma que Nicoletti tem desconhecimento da campanha que é realizada sobre a conscientização de que é proibido dirigir após consumir bebida alcoólica.

“Só repressão não adianta. Tem que ir na festa. Muita gente embriagada e vocês não estão parando. Tem que falar sobre educação. Tem que levar panfleto. ‘Pessoal, bebeu, não dirija’. Eu estou a pé, vim de táxi. E vou voltar de táxi. Polícia Militar do Rio Grande do Norte, façam educação do trânsito”, afirma o deputado, no vídeo.

Nicoletti afirma que pessoas dirigindo embriagadas estavam passando pela blitz e não sendo abordadas. Um policial rebate a informação e mostra que vários motoristas foram parados.

“Na festa ninguém falou de educação. Ontem poderia ter tido uma blitz educativa dizendo que ‘bebeu, não dirija’. É simples. Eu não estou dirigindo. Muitas pessoas estão dirigindo embriagadas. Precisamos minimizar a violência no trânsito”, complementa o deputado.

Uma manobra sem razão de Jalser Renier (SD) para evitar uma possível cassação de mandato dele foi desarticulada nesta última semana dia (23), pela Procuradoria Geral da Assembleia Legislativa.

Agora o mesmo é alvo de dois pedidos de cassação que são analisados pela Comissão de Ética.

Jalser tentou instituir uma aliada na Comissão de Ética da Assembleia Legislativa de Roraima, para escapar da possível cassação.

O parlamentar havia solicitado a troca da colega de partido, deputada Catarina Guerra, da Comissão de Ética, por Yonne Pedroso, também dá mesma sigla, mas uma forte aliada de Jalser.

Em outubro, quando Jalser foi preso, ela não compareceu à sessão extraordinária que votou pela permanência do parlamentar na cadeia.

Com Yonne na Comissão, ele minimizaria as chances de ser possivelmente cassado. É preciso lembrar que a deputada Yonny está com o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) por crime de corrupção eleitoral.

A Comissão de Ética está analisando a possível perda de mandato de Jalser. Mas a estratégia do político não vingou, os procuradores da Casa indefiriram o pedido de Jalser.

O parlamentar foi preso no dia 1° de outubro por suspeita de ser o mandante do sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos. Ele foi solto cinco dias depois. Mas outro pedido de prisão já foi feito pelo Gaeco para que ele volte à cadeia.

O deputado estadual Jalser Renier (Solidariedade) foi preso nessa sexta-feira (1º) no escritório dele, no bairro Canarinho, zona Norte de Boa Vista. O parlamentar é investigado por suspeita de ser mandante do sequestro do jornalista Romano dos Anjos.

O mandado de prisão preventiva contra Jalser foi expedido pela juíza convocada Graciete Sotto Mayor Ribeiro, relatora do processo. A ordem foi cumprida pelo promotor de Justiça Isaías Montanari Junior e pelo delegado da Polícia Civil, João Evangelista, que ainda estão no local.

Durante a ação, as ruas no entorno do escritório do deputado foram fechadas. Participaram agentes do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado (Gaeco), da Polícia Militar e Polícia Civil.

Quando o Gaeco chegou no escritório, por volta das 14h, o parlamentar não estava no local. Jalser Renier chegou pouco depois e o mandado contra ele foi cumprido.

Os agentes ainda estão no local. Do lado de fora, foram ouvidos gritos exaltados do parlamentar.

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Policiais cercaram ruas no entorno do escritório do deputado, em Boa VistaFoto: Marcelo Marques/Rede Amazônica 

 

Em agosto, sete policiais militares entre eles, um coronel aposentado e um major, foram presos na operação Pulitzer. A maioria dos militares investigados trabalhavam para o deputado Jalser que, na época do sequestro, era presidente da Assembleia Legislativa de Roraima.

 

Romano dos Anjos foi sequestrado de casa na noite do dia 26 de outubro do ano passado e localizado vivo, com braço quebrado e lesões nas pernas, na manhã do dia seguinte.

 

Mandante de sequestro

 

Jalser Renier foi apontando pelo delegado João Evangelista como mandante do sequestro do jornalista Romando dos Anjos. O crime foi em outubro de 2020, em Boa Vista.

O delegado afirma que "como mandante, a apuração identificou indícios do envolvimento do deputado estadual JALSER RENIER, Presidente da ALE/RR à época dos fatos".

As apurações preliminares sobre o sequestro e tortura do jornalista apontaram para provável crime "motivado por vingança ou represália ao modo de atuação jornalística, tendo em vista que a vítima realizou diversos ataques e críticas ao trabalho do então presidente da Assembleia Legislativa, Jalser Renier."

"Conforme levantamentos realizados em redes sociais, arquivos da imprensa e registros da mídia em geral, Romano dos Anjos tornou-se uma 'pedra no sapato' do parlamentar estadual Jalser Renier e as críticas do jornalista se acentuaram no período de setembro e outubro de 2020, em programas de rádio e tv", diz trecho do inquérito.

No inquérito, o delegado afirma que Jalser Renier também liderava uma organização criminosa dentro da Assembleia Legislativa, com participação, em grande parte, de policiais militares conhecedores de técnicas policiais e de inteligência policiais. Eles eram lotados na Casa.

 

Caso Romano dos Anjos 

 

O sequestro do jornalista Romano dos Anjos, de 40 anos, ocorreu na noite do dia 26 de outubro. Ele foi levado de casa no próprio carro. O veículo foi encontrado pela polícia queimado cerca de uma hora depois.

 

Ele teve as mãos e pés amarrados com fita e foi encapuzado pelos suspeitos. Romano passou a noite em uma área de pasto e dormiu próximo a uma árvore na região do Bom Intento, zona Rural de Boa Vista. Na manhã do dia 27, ele começou a andar e foi encontrado por um funcionário da Roraima Energia.

O delegado Herbert Amorim, que conversou com o jornalista no trajeto do local onde foi encontrado até o Hospital Geral de Roraima (HGR), disse que depois de ter sido abandonado pelos bandidos, Romano conseguiu tirar a venda dos olhos com o braço e soltar os pés.

No HGR, ele relatou aos médicos ter sido bastante agredido com pedaços de pau.

No dia, a Polícia Civil afirmou, em coletiva à imprensa, que ele poderia ter sido vítima de integrantes de facção. No entanto, a polícia não descartou outras linhas de investigação, como motivação política ou por Romano trabalhar como jornalista de um programa policial.

Quatro dias após o sequestro, o governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), foi até a Polícia Federal pedir que a instituição investigasse o crime, afirmando que o jornalista havia citado ele e um senador no depoimento à Polícia Civil.

No dia 28 de janeiro, a Polícia Federal em Roraima divulgou nota à imprensa. O pedido para instauração de inquérito "foi indeferido, não se verificando elementos que subsidiassem eventual atribuição da Polícia Federal no caso."

O sequestro era investigado pela Polícia Civil numa força-tarefa, que prorrogou o trabalho por ao menos três vezes. O inquérito corre em segredo de Justiça.

Este ano, no dia 16 de setembro, foi deflagrada a operação Pulitzer, onde foram presos os sete investigados e cumpridos 14 ordens de busca e apreensão expedidos pela Justiça.

 

A maioria dos militares investigados trabalhavam para o deputado Jalser Renier (Solidaridade) que, na época do sequestro, era presidente da Ale-RR, conforme apurou a Rede Amazônica. O parlamentar nega envolvimento.

 

 

Empresário Paulinho de Caracaraí, protagonista do projeto junto a Empresa de Pesquisa Energética – EPE, em 2015 já prevendo uma crise energética, elaborou o projeto que deu início ao planejamento do setor energético em Roraima através da Eletrobras com a colaboração do Dr. Amorim gerente de expansão.

  O Governo então passou a dar atenção a essa modalidade de Leilão de Energia, pois Roraima é o último estado da federação que ainda faz parte do Sistema Isolado, “hoje é um dia de grande festa, inauguramos a usina Jaguatirica II, uma alegria para mim e para Roraima “Disse o empresário.  

Estiveram presentes várias autoridades que também parabenizaram o Empresário Paulinho em especial o carinho do General Heleno e do Ministro Bento Albuquerque.

 

Thierry Ligonnière Diretor do Grupo  VINCI Airports no Brasil.

General Heleno, Ministro-Chefe do Gabinete de Segurança Institucional do Brasil

 

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque

O secretário estadual da Fazenda, Marcos Jorge

 

 

 

 

 

 

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